Simples. "O essencial é invisível para os olhos"!
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E assim está sendo...
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Eu estou bem. Produzindo coisas boas, com pessoas boas e dando tudo certo. Conhecendo cabeças que giram a mil por hora e, acompanhando, gira a minha também. Também tenho feito tudo o que sinto vontade. Sinto vontade, ligo. Sinto vontade, vou. Sinto vontade, escrevo. E têm sido assim os meus dias. Mas eu acho que tenho que pensar, refletir. Mas que está sendo bom, isso está! São tantos os mundos que quero conhecer, são tantos os risos que quero compartilhar, são tantos os abraços...
Vilarejo
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Composição: Marisa Monte, Pedro Baby, Carlinhos Brown e Arnaldo Antunes Há um vilarejo ali Onde areja um vento bom Na varanda, quem descansa Vê o horizonte deitar no chão Pra acalmar o coração Lá o mundo tem razão Terra de heróis, lares de mãe Paraiso se mudou para lá Por cima das casas, cal Frutos em qualquer quintal Peitos fartos, filhos fortes Sonho semeando o mundo real Toda gente cabe lá Palestina, Shangri-lá Vem andar e voa Vem andar e voa Vem andar e voa Lá o tempo espera Lá é primavera Portas e janelas ficam sempre abertas Pra sorte entrar Em todas as mesas, pão Flores enfeitando Os caminhos, os vestidos, os destinos E essa canção Tem um verdadeiro amor Para quando você for
Quando a fotografia passeia pela Bahia
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O A gosto da Photographia volta ao cenário cultural baiano, agora com mais eventos do que o primeiro Flavia Vasconcelos O fotógrafo, sua obra e o grande público. Nada como juntar esses elementos, e torná-los intimamente interligados, favorecendo uma troca de impressões e conhecimento. É esse o objetivo do A gosto da Photographia ano II , promovido pela Casa da Photographia, começando a partir do dia 21 de julho até 31 de agosto. Um período intenso voltado para a fotografia, irá trazer tal arte como tema de discussão e apreciação, através de palestras, exposições e oficinas, difundindo sua linguagem para Salvador, Feira de Santana, Vitória da Conquista, Cachoeira e São Félix, todos ao mesmo tempo. O primeiro A gosto da Photographia aconteceu em 2004 e contou com a parceria das principais galerias e museus da cidade, entre eles o Museu de Arte Moderna – BA (MAM). A idéia do projeto agradou o meio artístico baiano e causou impacto, por não ter na Bahia muitas iniciativas que investissem n...
Grande Chico
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Mar e Lua Composição: Chico Buarque Amaram o amor urgente As bocas salgadas pela maresia As costas lanhadas pela tempestade Naquela cidade Distante do mar Amaram o amor serenado Das noturnas praias Levantavam as saias E se enluaravam de felicidade Naquela cidade Que não tem luar Amavam o amor proibido Pois hoje é sabido Todo mundo conta Que uma andava tonta Grávida de lua E outra andava nua Ávida de mar E foram ficando marcadas Ouvindo risadas, sentindo arrepio Olhando pro rio tão cheio de lua E que continua Correndo pro mar E foram correnteza abaixo Rolando no leito Engolindo água Boiando com as algas Arrastando folhas Carregando flores E a se desmanchar E foram virando peixes Virando conchas Virando seixos Virando areia Prateada areia Com lua cheia E à beira-mar
Carlito
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Filho de artistas do vaudeville londrino, Chaplin teve uma infância miserável e chegou a roubar comida para sobreviver depois que seu pai abandonou a família e sua mãe foi internada como louca. Ainda adolescente obteve emprego na companhia teatral de Fred Karno e, ao fazer uma excursão pelos Estados Unidos, em 1913, foi contratado por Mack Sennett para trabalhar na Keystone, o maior estúdio de comédias do cinema mudo. Ali Chaplin criou o personagem que o tornaria famoso: o vagabundo, de bengala e chapéu-côco. Em 1919 fundou a United Artists, em sociedade com Mary Pickford, Douglas Fairbanks e David W. Griffith, e passou a produzir filmes de longa-metragem. Nos anos 20 sua carreira estava no auge, mas seus problemas amorosos começaram a se agravar. Sua primeira mulher, Mildred Harris perdeu o que seria seu primeiro filho e Lita Grey, com quem se casou a seguir, o processou. Os escândalos se seguiram, mas talvez o de maior repercussão tenha sido seu casamento, aos 56 anos, com a filha do...
Momentos
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Existem momentos que estamos vivendo a vida, numa rotina diária e surge uma onda forte que desalinha essa vida e nos coloca no espaço. Momentos que não acreditamos que são reais, por nos fazer tão felizes. A felicidade às vezes assusta. Momentos que ouvimos de alguém que "sonho que se sonha só, é só um sonho que se sonha só, mas sonho que se sonha junto, é realidade", e esse alguém nos chama para sonhar, nos convida para uma festa de sentimentos fortes, para uma festa de realidade, e nos faz crer que agora é uma nova realidade, pois iremos sonhar juntos. Palavras são fáceis de serem ditas, textos são fáceis de serem escritos. Homenagens são fáceis de serem feitas, elogios, carinhos e tal. Mas os sentimentos não são tão fáceis de lidar, principalmente os dos outros. Os sentimentos não devem ser manipulados. Não é para brincadeira, responsabilidade é fundamental. Aí chegam os outros momentos. Aqueles que nos trazem para o mundo real e nos colocam novamente na rotina diária do i...
Sobre a Cajuína
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Essa foi a colaboração de Nandinha, a Pi para o Modos de Ver! Agradeço viu Nandinha? Taí para vocês que queriam saber a historinha dessa música massa: "O que achei na internet foi essa história, mas conheço uma outra ai... Caetano Veloso foi fazer um show em Teresina, no Piauí. Como sempre fazia, ligou pro pai do Torquato Neto, que já tinha morrido, dizendo que gostaria de encontrá-lo. E lá se foi Caetano almoçar na casa do pai de Torquato. Foi recebido com todas as honras piauienses e falou que gostaria de experimentar a famosa cajuína. Disse que Torquato falava demais nisso. Que era a melhor bebida que existia no mundo (pra quem não sabe do que se trata, é uma espécie de suco de caju que não é travoso e não leva uma gota de água). Depois do almoço e de muita conversa, Caetano foi descansar numa rede antes de voltar pro hotel. Vovô Heli, o pai de T., saiu pra trabalhar, mas antes pegou uma rosa da roseira que ficava na frente da casa e colocou em cima da mesa, ao lado dele. Quan...
O tempo
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Engraçado como a gente se deixa levar pelo tempo. O tempo é poderoso. Tem vida própria. Ele passa a hora que quer, ele para a hora que quer. Não sei se é amigo ou inimigo. Quantas vezes pedimos pra ele passar e não deixar rastros, mas ele insistiu em ficar? Quantas vezes pedimos para que ele se congelasse e ele seguiu seu caminho? Ele é o vilão ou o mocinho? Eles nos domina, nos faz de marionetes. Ele nos transforma, ou nos deixa sempre iguais. Ele é independente. Não tem luto, não tem feriado, não tem descanso e nem perdão. Ai de nós se não o acompanhar, pois aí seremos velhos, ultrapassados. Não temos escolha, a não ser que a gente opte por andar na contra-mão. Mas ele é tão poderoso que nos destrói se ficarmos para trás. O tempo não nos espera, não tem "dois altos".
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Desculpem... Mas eu não consegui lembrar da historinha sobre Cajuína. Prometo que quando der certo eu posto. Desculpem também por deixar isso aqui parado. Ultimamente não tenho andado tão inspirada. Mas aí eu pensei, poderia falar dessa minha falta de imaginação, já é um começo, um primeiro passo para a atualização. Mas aí eu pensei agora, isso é justo? Sempre quando eu escrevo eu procuro passar uma mensagem para o leitor, sinto que é minna obrigação acrescentar algo ou de instigar, pelo menos, alguém a pensar sobre o que proponho. E a mensagem de hoje é que não tenho mensagem. Minha vida continua a mesma, mas agora sem o latido ou a carinha de carente que me recebia em casa todos os dias. Do olhinho sincero e franco que denunciava fome, sede, vontade de brincar ou vontade de ficar deitada ou que queria carinho. A amizade mais pura e fiel. Os rins e o tempo decidiram por interromper essa vida aqui e a levou para longe, tão longe que nem sei. Deve estar deitadinha em um lugar bem confor...
Linda música
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Cajuína (Caetano Veloso) "Existirmos - a que será que se destina? Pois quando tu me deste a rosa pequenina Vi que és um homem lindo e que se acaso a sina Do menino infeliz não se nos ilumina Tampouco turva-se a lágrima nordestina Apenas a matéria vida era tão fina E éramos olharmo-nos, intacta retina: A cajuína cristalina em Teresina" Sei que tem uma história essa música. Vou procurar saber e conto para vocês. Por enquanto fiquem com a letra. Aposto que vocês, como eu, vão ficar com ela no pensamento e, distraídos, vão cantá-la! Praga boa essa.